Acredito que um modelo econômico para Angola deve passar por um projeto de crescimento com desenvolvimento que gere menos desigualdades. Dessa forma, qualquer aposta no crescimento com desenvolvimento, deverá verter sobre os processos históricos regionais, ou seja, deve considerar evolução econômica histórica com base nas características próprias de cada região, local ou grupo, e não somente baseado na produtividade e no aumento do lucro dos capitalistas. A inclusão dos processos históricos nos modelos de desenvolvimento econômico, foram bem sucedidos no Peru, e Thailandia. Modelos atuais acentuam as diferenças entre regiões e povos, devido a fatores já conhecidos, como os da busca por lucros não aplicados nos nossos países, redução de custos que implica no aproveitamento da baixa qualidade da mão de Obra para elevação da eficiência lucrativa.
Um modelo econômico para Angola não deve ignorar os processos históricos de cada região, província ou grupos, seu potencial econômico expresso pelas vantagens comparativas espaciais, além da identificação do potencial turístico (vantagens comparativas de cada região ou grupo) como forma de inserção e geração de emprego para estas regiões, extensão de terra agrícola de predominância a agricultura familiar de subsistência, a criação de cooperativas agrícolas e geradoras de crédito para agricultura familiar, devem incluir num modelo para Angola.
Do ponto de vista do Cidadão, uma brusca da economia rural para economia mercantilista sem inclusão de variáveis importantes do processo histórico local, acarreta incompatibilidades entre existência/ inexistência de oferta de trabalho, sujeição admissões ou admissões; qualificação ou não qualificação para inclusão, a luta por salários de sobrevivência, processo muitas vezes muitas vezes nunca vivenciados, o que o coloca a situação muito próxima da miséria quando da não inserção a este modelo. a quase 72% da familias que emigram de regiões exemplo Uige - Luanda, Malange-Luanda explicam este fato. Luanda por se caracterizarem em uma economia "mercantilista de consumo de produtos predominante industrial (importados na sua maioria), de laboração específica da região como a Pesca, e consumo de produtos agrícolas oriundo dessas regiões para o consumo e não o cultivo. resultam para os emigrantes a sujeição ao comércio e a negócios arriscados devido a praticas informais, elevando o risco de insucesso de manutenção por longos períodos como sustento familiar, associado um retorno baixo e incapaz de prover um acumulo que o possibilidade erguer ex: uma Habitação digna.
Luanda tende a gerar trabalhos cada vez mas sofisticados no ponto de vista da técnica de prestação de serviços, aumento o risco social de famílias oriundas de regiões tradicionais, demonstrando a oportunidade para investimento e formação técnica e educacional de especialidades cada vez exigentes para serem incorporadas ao modelo econômico atual de geração e ampliação de renda para o capitalista. ex: Técnicos em construção, Engenheiros, e Gestores.
Do ponto de vista do Cidadão, uma brusca da economia rural para economia mercantilista sem inclusão de variáveis importantes do processo histórico local, acarreta incompatibilidades entre existência/ inexistência de oferta de trabalho, sujeição admissões ou admissões; qualificação ou não qualificação para inclusão, a luta por salários de sobrevivência, processo muitas vezes muitas vezes nunca vivenciados, o que o coloca a situação muito próxima da miséria quando da não inserção a este modelo. a quase 72% da familias que emigram de regiões exemplo Uige - Luanda, Malange-Luanda explicam este fato. Luanda por se caracterizarem em uma economia "mercantilista de consumo de produtos predominante industrial (importados na sua maioria), de laboração específica da região como a Pesca, e consumo de produtos agrícolas oriundo dessas regiões para o consumo e não o cultivo. resultam para os emigrantes a sujeição ao comércio e a negócios arriscados devido a praticas informais, elevando o risco de insucesso de manutenção por longos períodos como sustento familiar, associado um retorno baixo e incapaz de prover um acumulo que o possibilidade erguer ex: uma Habitação digna.
Luanda tende a gerar trabalhos cada vez mas sofisticados no ponto de vista da técnica de prestação de serviços, aumento o risco social de famílias oriundas de regiões tradicionais, demonstrando a oportunidade para investimento e formação técnica e educacional de especialidades cada vez exigentes para serem incorporadas ao modelo econômico atual de geração e ampliação de renda para o capitalista. ex: Técnicos em construção, Engenheiros, e Gestores.
Para a manutenção de um crescimento econômico com desenvolvimento de forma "inclusiva", e menos desigual, devemos considerar a diversidade de cada região e povos, dado pelos processos históricos que é primordial na geração de "mas valia" para o povo típico Angola, na sua maioria rural e adeptos a práticas comerciais básicas.
Sociedades mercantilistas como as de Luanda, Benguela, Huambo e Lubango, caracterizadas por centros urbanos, historicamente atraíram grupos de pessoas na sua maioria oriundas de regiões tradicionais de predominância agrícola, com modos de subsistência característicos da agricultura familiar de sobrevivência, enfrentam dificuldades na adaptação à economia urbana, cruel e cada vez mais capitalista e de valorização material acumulativa na reprodução do capital do capitalista, engrossam o grupos de "excluídos" .
Tias modelos empresariais operarm com o critério de maximizaçaõ do lucro e minimização de custos,sendo assim o modo de relações comerciais para esses mercados URBANOS na sua maioria é de um capitalismo "mercantilista moderno", em que o fator emprego (formal) é expressado pelo o aumento da produtividade a sobrevivência da pela especialização, sustentado pela oferta cada vez maior de produtos dos quais buscam grupos de maior renda normalmente empregados formais de renda constante e quase que invariável, geram desequilíbrios marcantes se comparado aos grupos propensos de origem tradicional.
Tais distinções são expressas incompatibilidade ou defasagem entre os setores que o modelo expressa, são elas: Técnica Industrial versus agropecuário; agrícola versus pescas; agropecuário versus artesãos; artesãos versos pescas; pescas versus comércio que o modelo atual mal consegue "captar" conjuntamente os setores, privilegiando normal um ou outro e não a soma dos demais e gerar oportunidade conjunta aos grupos de forma que gerem empregos simultâneos para indivíduos e regiões de características diversas, se adaptam ao modelo sem precisar drastricamente o seu "modus-vivendi", diante dum mercantilismo somente baseado na indústria e serviços, característico do nosso Modelo.
Tias modelos empresariais operarm com o critério de maximizaçaõ do lucro e minimização de custos,sendo assim o modo de relações comerciais para esses mercados URBANOS na sua maioria é de um capitalismo "mercantilista moderno", em que o fator emprego (formal) é expressado pelo o aumento da produtividade a sobrevivência da pela especialização, sustentado pela oferta cada vez maior de produtos dos quais buscam grupos de maior renda normalmente empregados formais de renda constante e quase que invariável, geram desequilíbrios marcantes se comparado aos grupos propensos de origem tradicional.
Tais distinções são expressas incompatibilidade ou defasagem entre os setores que o modelo expressa, são elas: Técnica Industrial versus agropecuário; agrícola versus pescas; agropecuário versus artesãos; artesãos versos pescas; pescas versus comércio que o modelo atual mal consegue "captar" conjuntamente os setores, privilegiando normal um ou outro e não a soma dos demais e gerar oportunidade conjunta aos grupos de forma que gerem empregos simultâneos para indivíduos e regiões de características diversas, se adaptam ao modelo sem precisar drastricamente o seu "modus-vivendi", diante dum mercantilismo somente baseado na indústria e serviços, característico do nosso Modelo.
Tais assimetrias somente serão corrigidos, pela a adição dos processos históricos de desenvolvimento distintos de cada região. A manutenção do Modelo atual, a tendência é a prevalência da exclusão e do sentimento nulo do crescimento econômico refletido no bolso do cidadão, comprovada pela expressão usual de que: "O país cresce mas eu não vejo progressos significativos na minha vida!". Ou seja, o cidadão quer trabalho, inserção social digna de proteção social. O sentimento de que os ricos estão cada vez mas ricos e pobres cada vez mas pobres e a margem do benefício que o crescimento poderia trazer, revoga continuidade que o nosso modelo gera desigualdades acentuadas visivelmente perceptíveis nas nossas cidades, acentuando o rumo a um cenário de conflitos sociais expressos pelo aumento da criminalidade e pressão social engendrados pela falta de perspectivas. Esse modelo serve para nós? Será esse o caminho ideal?
Um exemplo prático e real na explicação de tal fenômeno da exclusão de indivíduos oriundos de sociedades tradicionais, é emigração de pessoas do interior de Angola para as "Urbes" , principalmente para Luanda. Percebe-se a elevada taxas de insucesso no alcance de uma vida melhor (aquisição de residência digna,educação para o filhos, acesso a saúde e educação de qualidade), refletidas em moradia precárias e adaptativas, aumento no desordenamento urbano, condições de saneamento e esgoto sobrecarregados e precário e demais itens que classificam o insucesso do modelo atual incorpora, dos quais os indivíduos se encontram inseridos.
E a tecnologia?
A Tecnologia é uma variável que faz parte dos modelos atuais, porém ela só amplia as desigualdades dando benefício inicial ao inovador e detentor, ampliação dos lucros pela expansão das possibilidades de produção.
Na ausência de política de regulamentação isso só gera mas desigualdades no curto prazo, embora seja uma variável importante para o crescimento (falaremos em outro post sobre este assunto...).
O modelo atual Angolano privilegia o crescimento e não o desenvolvimento, sendo o crescimento da renda baseado no aumento da produtividade ilustrada por um setor dependente de descobertas de poços de petróleo dada a necessidade de aumento contínuos na produção, desconsidera os processos históricos locais, considerando somente o interesse da continuidade de exploração local, amplificando sua proporção de grandeza maléfica das desigualdades intra-interregional, justificada pelo uso intensivo de capital expresso por quantidades de utilização de mão de obra ínfima e de considerável qualificação. Predomina a exclusão, desfavorecendo a elevação da sobrevivência local dada cultura regional específica.
A continuidade da inexistência de programas voltados a estas desigualdades permitidas pela adoção de um modelo que é visto como ótimo somente na ótica do produtor e gestor do capital, os danos locais criados são nefastos do ponto de vista da região em exploração.
O mesmo se aplica a noção de que deve ser transformada a zona planáltica do Huambo para plantação de cana de açúcar ou milho com fins indústrias de produção de Etanol matriz energética para substituição ou completação de fontes de energia e diversidade de receitas dado a características locais, um pensamento que mas beneficia o produtor e muito pouco o trabalhador que somos todos os Angolanos. Um erro que não só atropelará todo o modo de viver da população local assim como gerará uma massa de "inadaptados" a as novas tendências sócio-econômicas impostas.
E a tecnologia?
A Tecnologia é uma variável que faz parte dos modelos atuais, porém ela só amplia as desigualdades dando benefício inicial ao inovador e detentor, ampliação dos lucros pela expansão das possibilidades de produção.
Na ausência de política de regulamentação isso só gera mas desigualdades no curto prazo, embora seja uma variável importante para o crescimento (falaremos em outro post sobre este assunto...).
O modelo atual Angolano privilegia o crescimento e não o desenvolvimento, sendo o crescimento da renda baseado no aumento da produtividade ilustrada por um setor dependente de descobertas de poços de petróleo dada a necessidade de aumento contínuos na produção, desconsidera os processos históricos locais, considerando somente o interesse da continuidade de exploração local, amplificando sua proporção de grandeza maléfica das desigualdades intra-interregional, justificada pelo uso intensivo de capital expresso por quantidades de utilização de mão de obra ínfima e de considerável qualificação. Predomina a exclusão, desfavorecendo a elevação da sobrevivência local dada cultura regional específica.
A continuidade da inexistência de programas voltados a estas desigualdades permitidas pela adoção de um modelo que é visto como ótimo somente na ótica do produtor e gestor do capital, os danos locais criados são nefastos do ponto de vista da região em exploração.
O mesmo se aplica a noção de que deve ser transformada a zona planáltica do Huambo para plantação de cana de açúcar ou milho com fins indústrias de produção de Etanol matriz energética para substituição ou completação de fontes de energia e diversidade de receitas dado a características locais, um pensamento que mas beneficia o produtor e muito pouco o trabalhador que somos todos os Angolanos. Um erro que não só atropelará todo o modo de viver da população local assim como gerará uma massa de "inadaptados" a as novas tendências sócio-econômicas impostas.
Para estas regiões a transformação massiva, dado pelo compromisso que tais setores deveriam proporcionar em relação a manutenção dos hábitos regionais, torna-se um importante ítem na composição dos modelos de crescimento e geração de renda, para a manutenção do modo de vida, cultura e hábitos locais, típico de regiões tradicionais a além do potencial turísticos de zonas de predominância de fauna diversa atraente poderão gerar renda dado pelo turismo na aplicação de modelo social que pretende-se sustentável. Exemplo: Malange, Huambo etc .
A transformação dos valores tradicionais agrícolas poderá ocorrer para um individuo de origem familiar agrícola, porém nascido em uma sociedade mercantilista como Luanda, sua inserção ao mercado se torna dificultada, dado a predominância de fatores como a baixa renda "dos tutores" no custeio da sua formação necessária a inserção social futura que atenda a demanda mercantilista das cidades nas quais os modelos econômicos desse gênero são mas presentes cidades como Luanda, Huambo, Benguela etc. A sobrevivência digna implicará num preparo condizente com o modelo econômico local prevalescente.
Por se caracterizar numa familia de orçamento restrito a manutenção alimentar familiar, dificilmente dará ao ao membro o ingresso no mercado, de forma bem sucedida e estável ao longo de sua vida ativa, levando a engrossar o grupo de excluídos sociais com suas repercussões mas nefastas conhecidas. O quero dizer é que tais familias poderiam se beneficiar dada existência de programas (Modelos econômicos solidários sustentáveis) com mecanismos que vertem para bolsas escolares, bolsas de renda familiar aos desfavorecidos, estágios empresa-escola, ou seja um modelo de maior taxa de inclusão de jovens ao mercado que e gerassem a sobrevivência digna dessas famílias, que hoje enfrentam a opção do regresso as zonas de origem, a submissão a negócios predadores a economia, e que mas prejuízo trazem do benefícios a maioria de nós, angolanos.
Não é digno que cultuemos a máxima do "se virar" expressa no culto aos negócios "aleatórios" forma de sustento, quando existem modelos que possam abrir caminho para um modo mas humano adaptação pela geração de empregos e demais políticas, dependem da fé que nossos líderes cultuam quando se pensam em estratégias sociais de desenvolvimento.
No geral grupos desprovidos de qualquer amparo enfrentam uma alta taxa de insucesso na tentativa de incremento da forma de vida expresso pela dificuldade de inserção num modelo econômico que não inclui o processo histórico regional de origem do individuo, como é o caso do atual modelo econômico nos proporciona. Resumindo o modelo Econômico para Angola, tem que se ater ao desenvolvimento com inclusão dos processos históricos tradicionais para que possamos ter um grau de sucesso maior em termos de benefícios sociais e menos pressão social dado alto grau de insucesso das familias tradicionais que buscam melhores condições de vida em demais capitais do país.
Por se caracterizar numa familia de orçamento restrito a manutenção alimentar familiar, dificilmente dará ao ao membro o ingresso no mercado, de forma bem sucedida e estável ao longo de sua vida ativa, levando a engrossar o grupo de excluídos sociais com suas repercussões mas nefastas conhecidas. O quero dizer é que tais familias poderiam se beneficiar dada existência de programas (Modelos econômicos solidários sustentáveis) com mecanismos que vertem para bolsas escolares, bolsas de renda familiar aos desfavorecidos, estágios empresa-escola, ou seja um modelo de maior taxa de inclusão de jovens ao mercado que e gerassem a sobrevivência digna dessas famílias, que hoje enfrentam a opção do regresso as zonas de origem, a submissão a negócios predadores a economia, e que mas prejuízo trazem do benefícios a maioria de nós, angolanos.
Não é digno que cultuemos a máxima do "se virar" expressa no culto aos negócios "aleatórios" forma de sustento, quando existem modelos que possam abrir caminho para um modo mas humano adaptação pela geração de empregos e demais políticas, dependem da fé que nossos líderes cultuam quando se pensam em estratégias sociais de desenvolvimento.
No geral grupos desprovidos de qualquer amparo enfrentam uma alta taxa de insucesso na tentativa de incremento da forma de vida expresso pela dificuldade de inserção num modelo econômico que não inclui o processo histórico regional de origem do individuo, como é o caso do atual modelo econômico nos proporciona. Resumindo o modelo Econômico para Angola, tem que se ater ao desenvolvimento com inclusão dos processos históricos tradicionais para que possamos ter um grau de sucesso maior em termos de benefícios sociais e menos pressão social dado alto grau de insucesso das familias tradicionais que buscam melhores condições de vida em demais capitais do país.
Finalizando, portanto a solidariedade expressa no modelo atual, não tem como ser atingida sucesso vindo da base, mas sim do topo para a base que é mas desfavorecida por um crescimento econômico ainda impalpável no bolso do cidadão. O modelo atual é econômico demais para proporcionar benefícios mas amplos ao país, esse modelo chama-se de Exportação de um único recurso. Na verdade eleatual encontra-se " mutilado" dado a possibilidade de abrangência, seu ampliação para o sucesso deverá incorporar seriamente variáveis nominais qualitativas que promovem melhorias ao Índice de Desenvolvimento Humano progressivamente.
Economista- Paulo J. Burity
Contato: 55 31 99413136
Economista- Paulo J. Burity
Contato: 55 31 99413136

.jpg)